segunda-feira, 30 de julho de 2012

A ciência e o mundo...

Os meios de comunicação de massa costumam criticar a ciência, responsabilizando-a pelo orgulho diabólico com que a humanidade caminha para sua possível destruição. No entanto, ao fazer isso, eles evidentemente consfundem ciência com tecnologia.
A ciência não é resonsavel pelas armas atômicas, pelo buraco na camada de ozônio, pelo aquecimento global e assim por diante: quando nada, a ciência é ainda aquele ramo do conhecimanto capas de nos advertir dos riscos que corremos quando, mesmo aplicando os seus princípios, consfiamos em tecnologias inconsequentes.


Entre livros. SP: Dueto Editorial, 2005. Ano 1, n.1, p.12

segunda-feira, 25 de junho de 2012

sabia que...

*o Cazaquistão com uma area de 2 724 900 km² não possui contato com o mar
*Julio Iglesias, antes de dedicar-se à sua carreira musical, atuou como goleiro no time juvenil do Real Madrid?
*Goiânia é a segunda cidade com a maior área verde por habitante do mundo

Fonte: Wikipedia

Coisas que aconteceram no dia 25/06 em outra época


Nasceram neste dia…
Morreram neste dia…

segunda-feira, 11 de junho de 2012

o livro que eu li

 A ILHA PERDIDA

Sinopse:
Era época de férias, justamente no final de novembro, chegaram à fazenda Henrique e Eduardo, eram dois meninos de doze e quatorze anos, fortes e valentes. Montavam muito bem, sabiam remar e sabiam nadar. Logo nos primeiros dias percorreram grande parte da fazenda, andaram por toda à parte e ao verem um riozinho, apelidaram-no de “filhote do Paraíba”.
Henrique e Eduardo resolveram ir à ilha perdida, encontraram uma canoa, uma corda meio velha, eles iriam passar um dia na ilha, mas eles não podiam ir sem ninguém saber nada então eles inventaram uma mentira falando que no dia seguinte iriam visitar o fazendeiro vizinho; era um velho que morava a alguns quilômetros de distância. Então o padrinho e a madrinha falaram com a Eufrosina para preparar um almoço bem reforçado. De madrugada eles acordaram, pegaram o almoço e a canoa com a corda e foram direto para à ilha.

Henrique e Eduardo enfrentaram muitos desafios no rio, mas conseguiram chegar até lá. Quando eles chegaram, logo começaram a andar pela mata e se perderam, quando começaram a se cansar, almoçaram o que tinha e voltaram a andar mais, porque queriam encontrar a canoa. Como estava anoitecendo, resolveram andar só mais um pouco, quando chegaram finalmente as margens do Rio Paraíba, mas não encontraram a canoa, estavam tão cansados que resolveram ficar ali mesmo. Quando acordaram, viram que o rio tinha crescido muito, começaram a andar pela margem do rio, ficaram uma hora andando até que avistaram a canoa que estava presa só por um fio, tentaram puxar a canoa para a terra mas não conseguiram, de repente a enchente começou a trazer tanta coisa que trouxe um tronco enorme que passou por cima da canoa.

Agora Henrique e Eduardo estavam abandonados e Henrique teve a idéia de fazer uma jangada, começaram a caminhar para encontrar cipós e paus, de repente chegaram em uma prainha e resolveram ficar morando na prainha. Para não perderem tempo, começaram a trabalhar na jangada, quando perceberam que o dia estava declinando. Eduardo propôs ir até o outro lado da ilha sozinho para buscar os ovos e a corda que havia ficado lá.

Henrique ficou na prainha, quando de repente viu uma sombra que se aproximava; voltou-se de lado pensando que era o irmão, já ia perguntar: “Já voltou?”, mas quando viu era um homem barbudo, que tinha cabelos pelos ombros e estava quase nu, o nome do tal homem era Simão. Simão levou ele para uma caverna onde tinha vários bichos, Simão falou para Henrique descansar um pouco no colchão que tinha, Henrique deitou e logo dormiu, quando acordou viu Simão preparando um delicioso jantar. O homem apresentou a Henrique uma folha larga que servia de prato; sobre ela havia um mexido de ovos e carne que Henrique comeu com a mão. Depois que fizeram a refeição, foram dormir, pois Henrique ainda se sentia cansado. Henrique achou que estava sonhando e sendo assim dormiu logo, pois tudo seria diferente ao acordar.

Simão era um homem muito bom e não gostava de viver na cidade, preferia viver na floresta, gostava do jeito como vivia e sempre estava rodeado de animais, Henrique também estava gostando. Henrique começou a ficar amigo dos bichos, principalmente dos miquinhos Um-Dois-Três-Quatro-Cinco, brincava durante horas com os miquinhos e já estava aprendendo a pular de um galho a outro com a maior facilidade, era bem tratado e não tinha de se queixar, mas sempre pensava em fugir.

O que eu aprendi com o livro:
  • Como consertar uma canoa
  • Que nunca devemos sair de casa sem a permissão dos pais/responsáveis
  • Que devemos ter muito cuidado para não se perder em qualquer lugar onde a gente for
  • Devemos preservar a natureza
  • Que é muito importante pensar no que você irá fazer
  • Como fazer uma jangada
 Autor(a): Maria José Dupré

Biografia:
Nascida na fazenda Bela Vista, na época município de Botucatu, era filha de Antônio Lopes de Oliveira Monteiro e de Rosa de Barros Fleury Monteiro.
Maria José foi alfabetizada pela mãe e seu irmão mais velho. Ainda em Botucatu, estudou música em aulas particulares e pintura no Colégio dos Anjos. Sua formação literária, contudo, deu-se antes mesmo da frequência na escola: seus pais, apesar de não serem ricos, mantinham o hábito da leitura e ainda menina já tinha travado contato com livros clássicos portugueses e mundiais, de autores como Eça de Queiroz, Leão Tolstoi, Nietzsche, Rimbaud, Goethe e muitos outros.
Mudou-se para a cidade de São Paulo, onde cursou a Escola Normal Caetano de Campos, formando-se professora. Sua vida na literatura começa após se casar com o engenheiro Leandro Dupré.
Em 1939, publicou o conto Meninas tristes, no suplemento literário de O Estado de S. Paulo, com o pseudônimo de Mary Joseph, incentivada pelo esposo que dizia que suas narrativas eram "contos orais" que mereciam ser escritos.
Teve sua primeira obra literária publicada em 1941, intitulada O Romance de Teresa Bernard. Dois anos após publicou Éramos Seis, que veio a receber o prêmio Raul Pompéia da Academia Brasileira de Letras, em 1944 e o prêmio José Ermírio de Moraes. A obra recebeu diversas adaptações, começando por filme argentino em 1945, e depois em várias telenovelas, e com tradução para vários idiomas.
No ano de 1943 Dupré começa a publicar obras infantis, com Aventuras de Vera, Lúcia, Pingo e Pipoca, também premiado pela ABL. Em 1944, junto ao marido Leandro Dupré, alia-se a Monteiro Lobato, Caio Prado Jr. e Artur Neves na fundação da editora Brasiliense.
As obras destinadas ao público infantil ganharam destaque com a série que narra as aventuras do Cachorrinho Samba, dos quais O Cachorrinho Samba na Rússia que venceu o Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro, com títulos ainda editados.
Além de seu principal romance, teve traduzidos para outros idiomas os livros Gina e Os Rodriguez.
Dupré foi membro diretivo da Sociedade Paulista de Escritores e ainda foi vice-presidenta da Creche Baronesa de Limeira e da entidade beneficente Gota de Leite - trabalhos que, se não necessariamente feminista, capitaneava nos estados brasileiros dos anos 1930-40 a luta pelas conquistas femininas

Outras Obras:
   Outras obras de Maria José Dupré foram: 
  • O Romance de Teresa Bernard (1941)
  • Éramos seis (1943)
  • Gina
  • A Casa de Ódio
  • Os Rodriguez
  • Dona Lola (continuação de Éramos seis)
  • Luz e Sombra
  • Vila Soledade
  • Angélica
  • Menina Isabel
  • Os Caminhos
  • A Ilha Perdida
  • O Cachorrinho Samba
  • O Cachorrinho Samba na Fazenda
  • O Cachorrinho Samba na Floresta
  • A Mina de Ouro
  • A Montanha Encantada
  • Meninas Tristes(Primeiro conto da autora)
De todos esses livros, eu so li 2, os que tive acesso, estes eram:
  • A Ilha Perdida
  • A Montanha Encantada
Fontes:
  • Wikipedia
  • Google
  • Yahoo
  • Eu
  • o Próprio livro

quarta-feira, 30 de maio de 2012

TRAZ, TRÁS e ATRÁS


Esta coluna traz a você mais uma dica. Não deixe para trás o que você pode aproveitar agora. E "siga em frente que atrás vem gente".
Observe o uso dos termos: TRAZ, TRÁS E ATRÁS. Ao ler o
parágrafo acima, você sabe diferenciar o uso de cada um?
Se não se lembra ou tem dúvidas, eis as questões:
  • TRAZ

    Conjugação do verbo trazer (que também é escrito com zê)
    no presente para a terceira pessoa do singular.
    Exemplos:

    Ele traz as crianças todos os dias a esse parque.

    Ela traz o carro para você.

    Com a chuva, a enchente traz doenças para a população.
  • TRÁS

    Advérbio de lugar. Há sempre uma preposição antes dele.
    Exemplos:

    Não deixe nada para trás.

    Ela chegou por trás da casa.

    Passe por trás da árvore.
  • ATRÁS
    Advérbio de lugar. Não há preposição antes, pois esse advérbio já a tem.
    Exemplos:

    Não fique atrás de mim.

    Deixe tudo atrás da porta.

    Ele estacionou atrás do seu carro.
Observação:
Há também o advérbio DETRÁS que significa na parte posterior, depois.
Exemplos:

Detrás daquela casa há um maravilhoso riacho.

"Detrás daquele morro passa boi, passa boiada".

-> Fonte <-

segunda-feira, 28 de maio de 2012

reforma ortográfica - acentuação gráfica

COM PREFIXOS OU FALSOS PREFIXOS
PREFIXOS
OU FALSOS
PREFIXOS
REGRAS
EXEMPLOS
OBSERVAÇÕES;
SAIBA MAIS
Vogais iguais 1. Usa-se o hífen quando o prefixo e o segundo elemento juntam-se com a mesma vogal. anti-ibérico,
auto-organização,
contra-almirante,
infra-axilar,
micro-ondas,
neo-ortodoxo,
sobre-elevação,
anti-inflamatório.
Mas os prefixos co, pro, pre, re se juntam ao segundo elemento, ainda que este inicie pelas vogais o ou e: coocupar, coorganizar, coautor, coirmão, cooperar, preenchimento, preexistir, preestabelecer, proeminente, propor reeducação, reeleição, reescrita. Vogais diferentes 2. Não se usa o hífen quando os elementos se unem com vogais diferentes. autoescola, autoajuda, autoafirmação, semiaberto, semiárido, semiobscuridade, contraordem, contraindicação, extraoficial, neoexpressionista, intraocular, semiaberto, semiárido. Consoantes iguais 3. Usa-se o hífen se a consoante do final do prefixo for igual à do início do segundo elemento. inter-racial,
super-revista,
hiper-raquítico,
sub-brigadeiro.
Se o segundo elemento começa com s, r. 4. Não há hífen quando o segundo elemento começa com s ou r; nesse caso, duplicam-se as consoantes. antirreligioso, minissaia, ultrassecreto, ultrassom. Porém, coforme a regra anterior, com prefixos hiper, inter, super, deve-se manter o hífen:
hiper-realista,
inter-racial,
super-racional,
super-resistente
.
Se o segundo elemento começa com m, n, com vogais e h, m, n. 5. Usa-se o hífen: se o primeiro elemento, terminado em m ou n, unir-se com as consoantes h, m ou n. circum-murado,
circum-navegação,
pan-hispânico,
pan-africano,
pan-americano.
Ex, sota, soto, vice 6. Usa-se hífen com os prefixos: ex, sota, soto, vice. ex-almirante,
ex-presidente,
sota-piloto,
soto-pôr,
vice-almirante,
vice-rei.
Escreva, porém, sobrepor. Pré, pós, pró 7. Usa-se hífen com os prefixos pré, pós, pró (tônicos e acentuados com autonomia). pré-escolar,
pré-nupcial,
pós-graduação,
pós-tônico,
pós-cirúrgico,
pró-reitor,
pró-ativo,
pós-auricular.
Se os prefixos não forem autônomos, não haverá hífen: predeterminado, pressupor, pospor, propor. O prefixo termina em vogal ou r e b e o segundo elemento se inicia com h. 8. Usa-se o hífen quando o prefixo termina em r, b ou vogais e o segundo elemento começa com h. anti-herói,
inter-hemisférico,
sub-humano,
anti-hemorrágico,
bio-histórico,
super-homem,
giga-hertz,
poli-hidratação,
geo-história.
A) Mas as grafias consagradas serão mantidas: reidratar, desumano, inábil, reabituar, reabilitar, reaver.
B) Se houver perda do som da vogal final, prefere-se não usar hífen e eliminar o h: cloridrato (cloro+hidrato), clorídrico (cloro+hídrico).
Sufixos de origem tupi 9. Usa-se o hífen com sufixo de origem tupi, quando a pronúncia exige distinção dos elementos. Anajá-mirim,
Ceará-mirim,
capim-açu,
andá-açu,
amoré-guaçu.
Este quadro está apoiado nas obras:
BECHARA, Evanildo. O que muda com o Novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2008.
INSTITUTO ANTÔNIO HOUAISS. Escrevendo pela Nova Ortografia. Rio de Janeiro/São Paulo, Houaiss/Publifolha, 2008.
GOMES, Francisco Álvaro. O acordo ortográfico. Porto, Porto Editora, 2008.

Leia mais: http://www.reformaortografica.net/category/mudancas/prefixos-e-falsos-prefixos/#ixzz1wCAQIwf6

reforma ortografica - hífen

O acordo também mudanças para as regras do uso do hífen.

1. Não se usa mais o hífen nos seguintes casos:

- Prefixo terminando com vogal e o segundo elemento começando com as consoantes s ou r. Nessa situação, a consoante tem que ser duplicada.
ANTES
AGORA
anti-religioso antirreligioso
anti-semita antissemita
contra-regra contrarregra
contra-senha contrassenha
extra-regulamentação preveem
Enjôos extrarregulamentação
Observação:
O hífen continua sendo utilizando quando o prefixo termina com r (hiper, inter e super) e a primeira letra do segundo elemento também
Exemplos: hiper-requintado, super-resistente.
- Prefixo terminando em vogal e o segundo elemento começando com uma vogal diferente.
ANTES
AGORA
auto-aprendizagem autoaprendizagem
auto-estrada autoestrada
extra-escolar extraescolar
infra-estrutura infraestrutura
auto-estrada autoestrada
auto-instrução autoinstrução
auto-aprendizagem autoaprendizagem
- Prefixo terminado por consoante e o segundo elemento começando por vogal.
Exemplos:
hiperacidez
hiperativo
interescolar
interestadual
interestelar
interestudantil
superamigo
superaquecimento
supereconômico
superexigente
superinteressante
superotimismo
- Nas palavras que perderam a noção de composição.
Exemplos:
girassol
madressilva
mandachuva
paraquedas
paraquedista
pontapé

2. O hífen é usado nos seguintes casos:

- O hífen continua sendo utilizando quando o prefixo termina com r (hiper, inter e super) e a primeira letra do segundo elemento também
Exemplos:
hiper-requintado
super-resistente
- Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h.
Exemplos:
anti-higiênico
anti-histórico
co-herdeiro
macro-história
mini-hotel
proto-história
sobre-humano
super-homem
ultra-humano
Exceção: subumano e inábil
- Quando o prefixo termina por vogal, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma vogal.
Exemplos:
anti-ibérico
anti-imperialista
anti-inflacionário
anti-inflamatório
auto-observação
contra-almirante
contra-atacar
contra-ataque
micro-ondas
micro-ônibus
semi-internato
semi-interno
- Quando o prefixo termina por consoante, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante.
Exemplos:
hiper-requintado
inter-racial
inter-regional
sub-bibliotecário
super-racista
super-reacionário
super-resistente
super-romântico
- Nos prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré e pró
Exemplos:
além-mar
além-túmulo
aquém-mar
ex-aluno
ex-diretor
ex-hospedeiro
ex-prefeito
ex-presidente
pós-graduação
pré-história
pré-vestibular
pró-europeu
recém-casado
recém-nascido
sem-terra
- Deve-se usar o hífen com os sufixos de origem tupi-guarani: açu, guaçu e mirim.
Exemplos:
amoré-guaçu
anajá-mirim
capim-açu