quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Frases

Quando pensar em fazer algo que todos dizem ser impossível, persista e você o fará. 

Nunca diga "não posso"
Sem antes ter dito: "EU TENTEI".


Fonte:http://michellehirt.blogspot.com/

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Porque ocorreu a reforma ortográfica (Fonte1)

Foi para unificar a escrita de todos os países que usam a língua portuguesa. Os países são Angola, Timor Leste, Portugal e Brasil. O sotaque de cada país continua o mesmo mas a escrita que possuía alguns acentos por exemplo (e citando apenas um exemplo, porque são muitas as mudanças), usando o exemplo do Caldeirão do Huck, a palavra estréia, que era escrita com acento agora não se escreve mais com acento, fica assim: estreia. O ditongo aberto perde o acento. Nesses países citados também ocorreram mudanças, não foi só no Brasil.Bom, com o tempo você verá todas as mudanças.

Agora podemos acessar o boletim em casa no seguinte site:

http://www.escolavianet.com.br/portal/principal/boletim;5060/

Isto é muito bom, pois se nós perderemos o boletim, podemos ver ele.
E também não precisamos levar ele a todos os lugares que nós formos.

Brasil ganhou 141 medalhas no Pan-Americano em Guadalajara²

“Conquistamos 26% das 93 vagas possíveis. Hoje, temos 104 atletas já classificados para Londres-2012”, declarou, acrescentando que o custo da missão, de R$ 8,5 milhões, incluiu também a aclimatação em San Luis Potosi e subsedes em Puerto Vallarta, Cidade do México e Ciudad Guzman.
Aclimatação
“O Brasil ficou em segundo no total de medalhas, com 141. Os Estados Unidos têm 234, Cuba, 136, México, 132 e Canadá, 118”. Freire destacou a importância do período de aclimatação que a delegação brasileira realizou em San Luis Potosi, uma prática que será repetida em Londres-2012, onde a aclimatação será no clube Crystal Palace, na capital inglesa:
“Todas as modalidades que passaram pelo CT de La Loma (em São Luis de Potosi) medalharam. Já estamos conversando com o Comitê Organizador de Toronto-2015 para escolher o melhor local para a aclimatação de 2015. Não estamos inventando nada, mas acompanhando o que é feito em nível mundial, por países como Estados Unidos, Canadá, China e Austrália. Atletismo, natação, judô e iatismo foram os quatro esportes em que o Brasil mais se destacou. Mas tiro esportivo, ginástica artística (no masculino), ginástica rítmica, levantamento de peso e triatlo superaram os resultados obtidos no Rio, em 2007”.

Brasil ganhou 141 medalhas no Pan-Americano em Guadalajara¹

Com 141 medalhas, sendo 48 de ouro, 35 de prata e 48 de bronze, o Brasil encerrou neste domingo sua participação nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara-2011 com um saldo muito positivo, no entender do superintendente executivo do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Marcus Vinícius Freire, que deu  a entrevista coletiva do balanço geral do evento. Perguntado se não era incômodo para o Brasil ter terminado mais uma vez atrás da ilha de Cuba, no número de ouros, Freire admitiu que o Brasil jamais conseguiu ter mais ouros que os cubanos, mas viu tendência de maior equilíbrio nesta rivalidade.
“Em Winnipeg-1999, foram 69 ouros de Cuba e 25 do Brasil. Em Santo Domingo-2003, 72 ouros de Cuba contra 29 do Brasil. No Rio, na nossa casa, foram 59 ouros de Cuba e 52 do Brasil. A diferença caiu  para sete. E agora em Guadalajara, foram 58 ouros de Cuba e 48 nossos”, analisou Marcus Vinícius Freire.
Na análise de Freire, Cuba apresenta uma tendência de queda, e o México deu um salto muito grande, ao passo que a Colômbia vem apresentando um crescimento desde 2007.  “No nosso país, é muito forte a cultura dos esportes coletivos, e ao todo, o Brasil teve 277 atletas medalhistas, ou seja, 53% dos 515 atletas voltam para casa com uma medalha” , calculou o superintendente.
“Não separamos as medalhas femininas das masculinas, mas hoje, quase metade da nossa delegação de atletas é de mulheres (235 em 515 atletas). Em Pequim-2008, foram as Olimpíadas cor de rosa, porque houve muitas primeiras medalhas no feminino. Neste Pan, o Brasil obteve medalhas em 35 modalidades, e Cuba, em 23”.
Nas Olimpíadas de Pequim, porém, o Brasil obteve três ouros e um total de 15 medalhas. Já os cubanos obtiveram 24 medalhas, mas duas de ouro. Para o superintendente, em 2012, o objetivo brasileiro será o de repetir números semelhantes aos de 2008.   Segundo o superintendente, a delegação brasileira, com 515 atletas, alcançou seu principal objetivo, o de ter conquistado 24 vagas olímpicas no pentatlo (um), concurso completo de equitação (cinco), handebol (14), triatlo (um), canoagem (dois) e saltos ornamentais (um). No caso dos saltos ornamentais, Freire acredita que o Brasil terá uma vaga, já que Cesar Castro ficou em terceiro lugar, depois de dois mexicanos já classificados. O assunto ainda será discutido com a Federação Internacional de Natação (Fina), mas Freire crê que o Brasil obterá a vaga.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Mudanças:Prefixo e Falsos Prefixos

ELEMENTOS OU
PALAVRAS
REGRAS
EXEMPLOS
OBSERVAÇÕES;
SAIBA MAIS
Compostas comuns 1. Usa-se hífen nas palavras compostas comuns, sem preposições, quando o primeiro elemento for substantivo, adjetivo, verbo ou numeral. Amor-perfeito,
boa-fé,
guarda-noturno,
guarda-chuva,
criado-mudo,
decreto-lei.
A) Formas adjetivas como afro, luso, anglo, latino não se ligam por hífen:
afrodescendente, eurocêntrico,
lusofobia,
eurocomunista
.
B) Mas com adjetivos pátrios (de identidade), usa-se o hífen:
afro-americano,
latino-americano,
indo-europeu,
ítalo-brasileira,
anglo-saxão
.
C) Se a noção de composição desapareceu com o tempo, deve-se unir o composto sem hífen:
pontapé,
madressilva,
girassol,
paraquedas,
paraquedismo
(perdida a noção do verbo parar);
mandachuva (perdida a noção do verbo mandar).
D) Demais casos com para e manda usam hífen:
para-brisa,
para-choque
(sem acento no para);
manda-tudo,
manda-lua
.
E) Compostos com elementos repetidos também levam hífen:
tico-tico,
tique-taque,
pingue-pongue,
blá-blá-blá
.
F) Compostos com apóstrofo também levam hífen:
cobra-d’água,
mãe-d’água,
mestre-d’armas
.
Nomes geográficos antecedidos de grão, grã ou verbos 2. Usa-se o hífen em nomes geográficos compostos com grã e grão ou verbos de qualquer tipo. Grã-Bretanha,
Grão-Pará,
Passa-Quatro.
Demais nomes geográficos compostos não usam hífen:
América do Norte,
Belo Horizonte,
Cabo Verde
.
(O nome
Guiné-Bissau

é uma exceção).
Espécies vegetais/ animais 3. Usa-se o hífen nos compostos que designam espécies vegetais e animais. bem-te-vi,
bem-me-quer,
erva-de-cheiro,
couve-flor,
erva-doce,
feijão-verde,
coco-da-baía,
joão-de-barro,

não-me-toques

(planta).
Se a palavra for usada em sentido figurado, não leva hífen: Ela está cheia de não me toques (melindres).
Mal 4. Usa-se hífen com mal antes de vogais ou h ou l. mal-afamado,
mal-estar,
mal-acabado,
mal-humorada,
mal-limpo.
A) Escreva, porém: malcriado,
malnascido,
malvisto,
malquerer,
malpassado
.
B) Escreva com hífen no feminino:
má-língua,
más-línguas
.
Além, aquém, recém, bem, sem 5. Usa-se hífen com além, aquém, recém, bem e sem. além-mar,
aquém-oceano,
recém-casado,
recém-nascido,
bem-estar,
bem-vindo,
sem-vergonha.
Quando o bem se aglutina com o segundo elemento, não se usa hífen: benfeitor,
benfeitoria,
benquerer,
benquisto
.
Locuções 6. Não se usa hífen nas locuções dos vários tipos (substantivas, adjetivas etc). à vontade,
cão de guarda,
café com leite,
cor de vinho,
fim de semana,
fim de século,
quem quer que seja,
um disse me disse.
A) Certas grafias consagradas agora são exceções à regra. Escreva:
água-de-colônia,
arco-da-velha,
pé-de-meia,
mais-que-perfeito,
cor-de-rosa,
à queima-roupa,
ao deus-dará
.
B) Outras expressões/locuções que não usarão hífen:
bumba meu boi,
tomara que caia,
arco e flecha,
tão somente,
ponto e vírgula
.
C) Escreva também sem hífen as locuções à toa (adjetivo ou advérbio), dia a dia (substantivo e advérbio) e arco e flecha.
Encadeamentos de palavras 7. Os encadeamentos vocabulares levam hífen (e não mais traço). A relação
professor-aluno.
O trajeto
Tóquio-São Paulo.
A ponte
Rio-Niterói.
Um acordo
Angola-Brasil.
Áustria-Hungria.
Alsácia-Lorena.

Hífen no fim da linha 8. Quando cai no fim da linha, o hífen deve ser repetido, por clareza, na linha abaixo.
Atravesso a ponte Rio-
-Niterói.
Couve-
-flor.


Este quadro está apoiado nas obras:
BECHARA, Evanildo. O que muda com o Novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2008.
INSTITUTO ANTÔNIO HOUAISS. Escrevendo pela Nova Ortografia. Rio de Janeiro/São Paulo, Houaiss/Publifolha, 2008.
GOMES, Francisco Álvaro. O acordo ortográfico. Porto, Porto Editora, 2008.
*Márcia Lígia Guidin é doutora em Letras pela USP, ensaísta e editora.

Mudanças:HIfen - Compostos

ELEMENTOS OU
PALAVRAS
REGRAS
EXEMPLOS
OBSERVAÇÕES;
SAIBA MAIS
Compostas comuns 1. Usa-se hífen nas palavras compostas comuns, sem preposições, quando o primeiro elemento for substantivo, adjetivo, verbo ou numeral. Amor-perfeito,
boa-fé,
guarda-noturno,
guarda-chuva,
criado-mudo,
decreto-lei.
A) Formas adjetivas como afro, luso, anglo, latino não se ligam por hífen:
afrodescendente, eurocêntrico,
lusofobia,
eurocomunista
.
B) Mas com adjetivos pátrios (de identidade), usa-se o hífen:
afro-americano,
latino-americano,
indo-europeu,
ítalo-brasileira,
anglo-saxão
.
C) Se a noção de composição desapareceu com o tempo, deve-se unir o composto sem hífen:
pontapé,
madressilva,
girassol,
paraquedas,
paraquedismo
(perdida a noção do verbo parar);
mandachuva (perdida a noção do verbo mandar).
D) Demais casos com para e manda usam hífen:
para-brisa,
para-choque
(sem acento no para);
manda-tudo,
manda-lua
.
E) Compostos com elementos repetidos também levam hífen:
tico-tico,
tique-taque,
pingue-pongue,
blá-blá-blá
.
F) Compostos com apóstrofo também levam hífen:
cobra-d’água,
mãe-d’água,
mestre-d’armas
.
Nomes geográficos antecedidos de grão, grã ou verbos 2. Usa-se o hífen em nomes geográficos compostos com grã e grão ou verbos de qualquer tipo. Grã-Bretanha,
Grão-Pará,
Passa-Quatro.
Demais nomes geográficos compostos não usam hífen:
América do Norte,
Belo Horizonte,
Cabo Verde
.
(O nome
Guiné-Bissau

é uma exceção).
Espécies vegetais/ animais 3. Usa-se o hífen nos compostos que designam espécies vegetais e animais. bem-te-vi,
bem-me-quer,
erva-de-cheiro,
couve-flor,
erva-doce,
feijão-verde,
coco-da-baía,
joão-de-barro,

não-me-toques

(planta).
Se a palavra for usada em sentido figurado, não leva hífen: Ela está cheia de não me toques (melindres).
Mal 4. Usa-se hífen com mal antes de vogais ou h ou l. mal-afamado,
mal-estar,
mal-acabado,
mal-humorada,
mal-limpo.
A) Escreva, porém: malcriado,
malnascido,
malvisto,
malquerer,
malpassado
.
B) Escreva com hífen no feminino:
má-língua,
más-línguas
.
Além, aquém, recém, bem, sem 5. Usa-se hífen com além, aquém, recém, bem e sem. além-mar,
aquém-oceano,
recém-casado,
recém-nascido,
bem-estar,
bem-vindo,
sem-vergonha.
Quando o bem se aglutina com o segundo elemento, não se usa hífen: benfeitor,
benfeitoria,
benquerer,
benquisto
.
Locuções 6. Não se usa hífen nas locuções dos vários tipos (substantivas, adjetivas etc). à vontade,
cão de guarda,
café com leite,
cor de vinho,
fim de semana,
fim de século,
quem quer que seja,
um disse me disse.
A) Certas grafias consagradas agora são exceções à regra. Escreva:
água-de-colônia,
arco-da-velha,
pé-de-meia,
mais-que-perfeito,
cor-de-rosa,
à queima-roupa,
ao deus-dará
.
B) Outras expressões/locuções que não usarão hífen:
bumba meu boi,
tomara que caia,
arco e flecha,
tão somente,
ponto e vírgula
.
C) Escreva também sem hífen as locuções à toa (adjetivo ou advérbio), dia a dia (substantivo e advérbio) e arco e flecha.
Encadeamentos de palavras 7. Os encadeamentos vocabulares levam hífen (e não mais traço). A relação
professor-aluno.
O trajeto
Tóquio-São Paulo.
A ponte
Rio-Niterói.
Um acordo
Angola-Brasil.
Áustria-Hungria.
Alsácia-Lorena.

Hífen no fim da linha 8. Quando cai no fim da linha, o hífen deve ser repetido, por clareza, na linha abaixo.
Atravesso a ponte Rio-
-Niterói.
Couve-
-flor.


Este quadro está apoiado nas obras:
BECHARA, Evanildo. O que muda com o Novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2008.
INSTITUTO ANTÔNIO HOUAISS. Escrevendo pela Nova Ortografia. Rio de Janeiro/São Paulo, Houaiss/Publifolha, 2008.
GOMES, Francisco Álvaro. O acordo ortográfico. Porto, Porto Editora, 2008.
*Márcia Lígia Guidin é doutora em Letras pela USP, ensaísta e editora.

Mudanças:HIfen

1. Não se usa mais o hífen nos seguintes casos:

- Prefixo terminando com vogal e o segundo elemento começando com as consoantes s ou r. Nessa situação, a consoante tem que ser duplicada.
ANTES
AGORA
anti-religioso antirreligioso
anti-semita antissemita
contra-regra contrarregra
contra-senha contrassenha
extra-regulamentação preveem
Enjôos extrarregulamentação
Observação:
O hífen continua sendo utilizando quando o prefixo termina com r (hiper, inter e super) e a primeira letra do segundo elemento também
Exemplos: hiper-requintado, super-resistente.
- Prefixo terminando em vogal e o segundo elemento começando com uma vogal diferente.
ANTES
AGORA
auto-aprendizagem autoaprendizagem
auto-estrada autoestrada
extra-escolar extraescolar
infra-estrutura infraestrutura
auto-estrada autoestrada
auto-instrução autoinstrução
auto-aprendizagem autoaprendizagem
- Prefixo terminado por consoante e o segundo elemento começando por vogal.
Exemplos:
hiperacidez
hiperativo
interescolar
interestadual
interestelar
interestudantil
superamigo
superaquecimento
supereconômico
superexigente
superinteressante
superotimismo
- Nas palavras que perderam a noção de composição.
Exemplos:
girassol
madressilva
mandachuva
paraquedas
paraquedista
pontapé

2. O hífen é usado nos seguintes casos:

- O hífen continua sendo utilizando quando o prefixo termina com r (hiper, inter e super) e a primeira letra do segundo elemento também
Exemplos:
hiper-requintado
super-resistente
- Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h.
Exemplos:
anti-higiênico
anti-histórico
co-herdeiro
macro-história
mini-hotel
proto-história
sobre-humano
super-homem
ultra-humano
Exceção: subumano e inábil
- Quando o prefixo termina por vogal, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma vogal.
Exemplos:
anti-ibérico
anti-imperialista
anti-inflacionário
anti-inflamatório
auto-observação
contra-almirante
contra-atacar
contra-ataque
micro-ondas
micro-ônibus
semi-internato
semi-interno
- Quando o prefixo termina por consoante, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante.
Exemplos:
hiper-requintado
inter-racial
inter-regional
sub-bibliotecário
super-racista
super-reacionário
super-resistente
super-romântico
- Nos prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré e pró
Exemplos:
além-mar
além-túmulo
aquém-mar
ex-aluno
ex-diretor
ex-hospedeiro
ex-prefeito
ex-presidente
pós-graduação
pré-história
pré-vestibular
pró-europeu
recém-casado
recém-nascido
sem-terra
- Deve-se usar o hífen com os sufixos de origem tupi-guarani: açu, guaçu e mirim.
Exemplos:
amoré-guaçu
anajá-mirim
capim-açu

Mudanças:Acentuação Gráfica

Tipo de palavra ou sílaba Quando acentuar Exemplos (como eram) Observações
(como ficaram)
Proparoxítonas sempre simpática, lúcido, sólido, cômodo Continua tudo igual ao que era antes da nova ortografia.
Observe:

Pode-se usar acento agudo ou circunflexo de acordo com a pronúncia da região: acadêmico, fenômeno (Brasil) académico, fenómeno (Portugal).
Paroxítonas Se terminadas em: R, X, N, L, I, IS, UM, UNS, US, PS, Ã, ÃS, ÃO, ÃOS; ditongo oral, seguido ou não de S fácil, táxi, tênis, hífen, próton, álbum(ns), vírus, caráter, látex, bíceps, ímã, órfãs, bênção, órfãos, cárie, árduos, pólen, éden. Continua tudo igual.
Observe:
1) Terminadas em ENS não levam acento: hifens, polens.
2) Usa-se indiferentemente agudo ou circunflexo se houver variação de pronúncia: sêmen, fêmur (Brasil) ou sêmen, fémur (Portugal).
3) Não ponha acento nos prefixo paroxítonos que terminam em N nem nos que terminam em I: inter-helênico, super-homem, anti-herói, semi-internato.
Oxítonas Se terminadas
em: A, AS, E, ES, O, OS, EM, ENS
vatapá,
igarapé, avô, avós, refém, parabéns
Continua tudo igual.
Observe:
1. terminadas em I, IS, U, US não levam acento: tatu, Morumbi, abacaxi.
2. Usa-se indiferentemente agudo ou circunflexo se houver variação de pronúncia: bebê, purê (Brasil); bebé, puré (Portugal).
Monossílabos tônicos (são oxítonas também) terminados em A, AS, E,
ES, O,OS
vá, pás, pé, mês, pó, pôs Continua tudo igual.
Atente para os acentos nos verbos com formas oxítonas: adorá-lo, debatê-lo, etc.
Í e Ú em
palavras oxítonas e paroxítonas
Í e Ú levam acento se estiverem sozinhos na sílaba (hiato) saída, saúde, miúdo, aí, Araújo, Esaú, Luís, Itaú, baús, Piauí 1. Se o i e u forem seguidos de s, a regra se mantém: balaústre, egoísmo, baús, jacuís.
2. Não se acentuam i e u se depois vier ‘nh‘: rainha, tainha, moinho.
3. Esta regra é nova: nas paroxítonas, o i e u não serão mais acentuados se vierem depois de um ditongo: baiuca, bocaiuva, feiura, maoista, saiinha (saia pequena), cheiinho (cheio).
4. Mas, se, nas oxítonas, mesmo com ditongo, o i e u estiverem no final, haverá acento: tuiuiú, Piauí, teiú.
Ditongos abertos em palavras paroxítonas EI, OI, idéia, colméia, bóia Esta regra desapareceu (para palavras paroxítonas). Escreve-se agora: ideia, colmeia, celuloide, boia.
Observe: há casos em que a palavra se enquadrará em outra regra de acentuação. Por exemplo: contêiner, Méier, destróier serão acentuados porque terminam em R.
Ditongos abertos em palavras oxítonas ÉIS, ÉU(S), ÓI(S) papéis, herói, heróis, troféu, céu, mói (moer) Continua tudo igual (mas, cuidado: somente para palavras oxítonas com uma ou mais sílabas).
Verbos arguir e redarguir (agora sem trema) arguir e redarguir usavam acento agudo em algumas pessoas do indicativo, do subjuntivo e do imperativo afirmativo.
Esta regra desapareceu.
Os verbos arguir e redarguir perderam o acento agudo em várias formas (rizotônicas):
eu arguo (fale: ar-gú-o, mas não acentue); ele argui (fale: ar-gúi), mas não acentue.
Verbos terminados em guar, quar e quir aguar
enxaguar, averiguar, apaziguar, delinquir, obliquar usavam acento agudo em algumas pessoas do indicativo, do subjuntivo e do imperativo afirmativo.

Esta regra sofreu alteração. Observe:.
Quando o verbo admitir duas pronúncias diferentes, usando a ou i tônicos, aí acentuamos estas vogais: eu águo, eles águam e enxáguam a roupa (a tônico); eu delínquo, eles delínquem (í tônico).
tu apazíguas as brigas; apazíguem os grevistas.
Se a tônica, na pronúncia, cair sobre o u, ele não será acentuado: Eu averiguo (diga averi-gú-o, mas não acentue) o caso; eu aguo a planta (diga a-gú-o, mas não acentue).
ôo, ee vôo, zôo, enjôo, vêem
Esta regra desapareceu.
Agora se escreve: zoo, perdoo veem, magoo, voo.
Verbos ter e vir na terceira pessoa do plural do presente do indicativo eles têm,
eles vêm
Continua tudo igual.
Ele vem aqui; eles vêm aqui.
Eles têm sede; ela tem sede.
Derivados de ter e vir (obter, manter, intervir) na terceira pessoa do singular leva acento agudo;
na terceira pessoa do plural do presente levam circunflexo
ele obtém, detém, mantém;
eles obtêm, detêm, mantêm
Continua tudo igual.
Acento diferencial

Esta regra desapareceu, exceto para os verbos:
PODER (diferença entre passado e presente.
Ele não pôde ir ontem, mas pode ir hoje.
PÔR (diferença com a preposição por):
Vamos por um caminho novo, então vamos pôr casacos;
TER e VIR e seus compostos (ver acima).
Observe:
1) Perdem o acento as palavras compostas com o verbo PARAR:
Para-raios, para-choque.
2) FÔRMA (de bolo): O acento será opcional; se possível, deve-se evitá-lo: Eis aqui a forma para pudim, cuja forma de pagamento é parcelada.
Trema (O trema não é acento gráfico.)
Desapareceu o trema sobre o U em todas as palavras do português: Linguiça, averiguei, delinquente, tranquilo, linguístico.
Exceto as de língua estrangeira: Günter, Gisele Bündchen, müleriano
*Márcia Lígia Guidin é doutora em Letras pela USP, ensaísta e editora.

Mudanças:Acento Circunflexo

O acordo também retirou o acento circunflexo das palavras terminadas em ôo(s) e nas conjunções da terceira pessoa do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo (êem)
dos verbos crer, dar, ler, ver e seus derivados.
ANTES
AGORA
Crêem Creem
Dêem deem
Lêem leem
Vêem veem
Prevêem preveem
Vôo voo
Enjôos enjoos
Observação:
A acentuação dos verbos ter e vir e seus derivados não muda. No plural, é mantido o circunflexo (ex: elas têm, eles vêm). Já as palavras com mais de uma sílaba continuam recebendo o acento agudo (Ex: ele detém, ele intervém).